Foto: Arquivo Pessoal


Em apenas uma semana, três casos envolvendo a Polícia Rodoviária Federal (PRF) chamaram a atenção.

O Primeiro é a participação da PRF em operação (Chacina) dentro de uma favela carioca, ao que parece, os becos são federais ou os policiais deixaram seu dever legal para uma "aventura" neofascista. Ainda em apuração.


O outro caso é de um cidadão que foi abordado, humilhado, investigado, detido, julgado e condenado na Cidade de Guarapuava/PR por um Policial Rodoviário Federal conhecido como PRF Caputo, que se negou a fazer o auto de infração durante quase 05 horas e "exigindo" que fossem embora, com um cuidado enorme na mercadoria, que segundo ele "só queria vinhos", constrangendo a "desbloquear" o celular, "formou prova" em grupo de WhatsApp que ironizava o despreparo de uma minoria de agentes, como ele. Motivo pelo qual ameaçou prender a todos e o veículo. Surreal! Sem contar que em tese se apossou de parte da mercadoria apreendida, que na hora de abrir o lacre estará faltando. Mas são umas cervejinhas! E mais outros itens, nada demais.


O terceiro caso é a volta das Câmaras de Gás, uma crueldade sem tamanho no "procedimento" dos agentes, que para darem uma "lição" em uma pessoa especial, conseguiram infringir inúmeros artigos que violam Direitos Humanos Internacionais, aqueles que os Bolsonaristas dizem ser para vagabundos.

A verdade é que já vivemos em um estado de exceção, uma mini ditadura de insanos, somadas a ideologia similar a de Girolamo Savonarola, uma mistura de imbecilidade e opressão.

Se for para aceitar isso não tem necessidade de um Estado Democrático de Direito! Muito menos de um advogado.


"A advocacia não é profissão de covardes” Sobral Pinto

É ser muito covarde, pegar em armas do estado para oprimir cidadão desarmado, coagir, ameaçar. Até quando?

Se for para aceitar tudo isso, entreguemo-nos a Hitler, Mussolini... Jamais!

"A cadela do fascismo está sempre no cio" Bertoldt Brecht

As instituições sérias e o sistema de freio e contrapesos há de castrar essa cadela insana.


Artigo assinado por, Dr. Francys Almeida

Deixe seu Comentário