Foto: Assessoria Parlamentar
A subsede da Apeoesp de Piracicaba lança nesta quarta-feira, oito de abril, o Comitê Regional e Popular de Luta em defesa da Educação Pública de qualidade. O evento será realizado a partir das 18h15, na própria subsede da Apeoesp, localizada na rua Alferes José Caetano, 968, no centro da cidade, e reunirá professores, pais, estudantes, entidades da educação, movimentos sociais, sindicatos de trabalhadores, enfim, diversos setores da sociedade. Antes, às 16 horas, acontece assembleia regional dos professores, que terá a participação de estudantes, pais e lideranças de movimentos sociais, para debater a participação na greve dos professores da rede estadual de ensino, marcada para acontecer na quinta-feira, nove de abril, e no dia 10 de abril, sexta-feira, quando acontecerá ato público na avenida Paulista, em São Paulo, em frente ao MASP.
Para a primeira presidenta da Apeoesp, a deputada estadual Professora Bebel, que fará o lançamento oficial deste Comitê Popular de Luta, é fundamental que a sociedade se una para defender a educação pública de qualidade e se some aos profissionais da educação na luta contra os ataques do governo estadual ao magistério paulista. “A educação começa onde as forças se unem, as mãos se dão e a fortaleza se cria em resistência e a favor de todas as causas sociais, culturais e humanas”, diz Bebel.
Esse Comitê Popular de Luta em defesa da Educação, uma vez formada, como se destaca a presidenta da Apeoesp, decidirá o seu rumo, uma vez que a educação se relaciona com tudo, com habitação decente, transporte de qualidade, saúde para todos, enfim, com mais qualidade de vida. “Por isso, convido a todos a participarem deste importante momento da nossa cidade em que estaremos reunindo as entidades e os movimentos sociais de Piracicaba para juntos debatermos como lutarmos por educação de qualidade e contra os ataques do governador Tarcísio de Freitas aos professores e demais profissionais da educação, assim como na defesa da escola pública de qualidade e para todos. Não podemos aceitar calados o fechamento de escolas no período noturno, impossibilitando que o jovem que quer trabalhar durante o dia e estudar à noite seja excluído do processo educacional, assim como o fechamento de salas de aulas do Ensino para Jovens e Adultos (EJA). Também não podemos aceitar a militarização das nossas escolas e a sua privatização, enfim, é um projeto deste governo que vai na contramão do que defendemos que é garantir a todos o direito de ter escola pública de qualidade”, conclui a Professora Bebel.
Texto: Vanderlei Zampaulo/Jornalista
Publicado por Danilo Telles/Grupo Metropolitana